{"id":121,"date":"2018-07-24T11:33:07","date_gmt":"2018-07-24T11:33:07","guid":{"rendered":"http:\/\/skintech.ind.br\/site\/?p=121"},"modified":"2018-07-26T12:19:47","modified_gmt":"2018-07-26T12:19:47","slug":"chega-de-produzir-lixo-indonesia-cria-sacolas-plasticas-comestiveis-e-biodegradaveis","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/skintech.ind.br\/site\/chega-de-produzir-lixo-indonesia-cria-sacolas-plasticas-comestiveis-e-biodegradaveis\/","title":{"rendered":"Jovem re\u00fane R$ 4,5 milh\u00f5es para retirar pl\u00e1sticos dos mares do planeta"},"content":{"rendered":"<div class=\"fusion-fullwidth fullwidth-box fusion-builder-row-1 nonhundred-percent-fullwidth non-hundred-percent-height-scrolling\"  style='background-color: #ffffff;background-position: center center;background-repeat: no-repeat;padding-top:0px;padding-right:0px;padding-bottom:0px;padding-left:0px;'><div class=\"fusion-builder-row fusion-row \"><div  class=\"fusion-layout-column fusion_builder_column fusion_builder_column_1_1 fusion-builder-column-0 fusion-one-full fusion-column-first fusion-column-last 1_1\"  style='margin-top:0px;margin-bottom:20px;'><div class=\"fusion-column-wrapper\" style=\"padding: 0px 0px 0px 0px;background-position:left top;background-repeat:no-repeat;-webkit-background-size:cover;-moz-background-size:cover;-o-background-size:cover;background-size:cover;\"   data-bg-url=\"\"><div class=\"fusion-text\"><p>\u00c9 um garoto que, como tantos outros, sonha mudar o mundo, fazer com que ele fique um pouco melhor. A diferen\u00e7a \u00e9 que milhares de pessoas, inclusive cientistas e professores universit\u00e1rios, acreditam que ele vai conseguir.<\/p>\n<p>E a tarefa \u00e9 gigantesca: limpar os mares do planeta de um dos piores poluentes: o pl\u00e1stico.<br \/>\nV\u00e1rias solu\u00e7\u00f5es j\u00e1 foram pensadas e abandonadas: eram dif\u00edceis ou caras demais. Usar redes, por exemplo, poderia liquidar com a vida marinha. At\u00e9 que Boyan surgiu com sua ideia inovadora.<\/p>\n<p>Quando se tem uma boa ideia, nenhuma tarefa \u00e9 grande demais, nada \u00e9 imposs\u00edvel. Boyan decidiu limpar os oceanos quando tinha 16 anos de idade. Hoje, apenas quatro anos depois, ele lidera uma equipe de 100 pessoas e recebe o apoio de gente de 150 pa\u00edses, uma multid\u00e3o que o conheceu pela internet e embarcou no sonho dele.<\/p>\n<p>Ele conta que tudo come\u00e7ou quando estava mergulhando na Gr\u00e9cia. \u201cEu me dei conta de que havia mais pl\u00e1stico do que peixes na \u00e1gua. Depois de um ano, descobri um m\u00e9todo, um jeito de limpar metade do lixo do Oceano Pac\u00edfico em dez anos\u201d, conta Boyan.<\/p>\n<p>O pr\u00f3ximo passo foi entrar na internet e apresentar a ideia a quem se interessasse. \u201cFomos inundados com 50 mil e-mails por dia de pessoas que queriam ajudar\u201d, lembra o jovem.<\/p>\n<p>Para convencer as pessoas, era preciso mostrar que o projeto funcionava. Os primeiros testes foram feitos em uma piscina. Depois, no mar de verdade, em Portugal e no Hava\u00ed, nos Estados Unidos.<\/p>\n<p>Ele quer construir um gigantesco coletor na forma da letra &#8220;v&#8221;. O pl\u00e1stico \u00e9 empurrado pelas correntes mar\u00edtimas e se acumula no v\u00e9rtice desse &#8220;v&#8221;. Uma esteira movida por energia solar puxa esse pl\u00e1stico acumulado para um dep\u00f3sito. A cada 45 dias, um navio vai at\u00e9 l\u00e1 e recolhe o material. Como o sistema n\u00e3o tem redes, os peixes e outros animais marinhos podem passar por baixo do tubo sem nenhum risco. Sai caro: cerca de R$ 90 milh\u00f5es por ano, mas Boyan \u00e9 otimista.<\/p>\n<p>\u201cA gente j\u00e1 mostrou que o pl\u00e1stico pode ser convertido em \u00f3leo e outros materiais. As possibilidades s\u00e3o infinitas. Certamente ser\u00e1 poss\u00edvel vender por mais do que vai custar a limpeza do oceano\u201d, explica o jovem.<\/p>\n<p>E a\u00ed entraram em cena colaboradores do Brasil, da Universidade de Caxias do Sul, no Rio Grande do Sul, que conheceram Boyan pela internet.<\/p>\n<p>\u201c\u00c9 uma coisa t\u00e3o simples e eficiente, n\u00e9, remover os pl\u00e1sticos dos oceanos. E eu fui atr\u00e1s\u201d, diz Kau\u00ea Pelegrini, estudante de Engenharia Ambiental.<\/p>\n<p>No Brasil, parte do lixo coletado pela equipe de Boyan foi analisado.<\/p>\n<p>\u201cE, dependendo dos resultados que n\u00f3s vi\u00e9ssemos a obter, n\u00f3s ter\u00edamos como propor uma alternativa de reciclagem desses materiais. Que \u00e9 o caso dessas saboneteiras que a gente produziu com o material que veio coletado de l\u00e1\u201d, diz o brasileiro.<\/p>\n<p>Boyan diz que os brasileiros est\u00e3o entre os principais incentivadores do projeto: \u201cO Brasil tamb\u00e9m \u00e9 v\u00edtima da polui\u00e7\u00e3o por pl\u00e1stico. E os brasileiros d\u00e3o muito apoio a essa ideia\u201d.<\/p>\n<p>O financiamento \u00e9 feito com doa\u00e7\u00f5es volunt\u00e1rias. A p\u00e1gina do projeto na internet informa que j\u00e1 foram arrecadados mais de \u20ac 1,6 milh\u00f5es, mais de R$ 4,5 milh\u00f5es.<\/p>\n<p>\u201cEspero que um dia a gente possa nadar e encontrar mais peixe do que pl\u00e1stico. Vai ser \u00f3timo\u201d, sonha Boyan.<\/p>\n<p>O planeta certamente ficar\u00e1 agradecido.<\/p>\n<\/div><div class=\"fusion-video fusion-youtube fusion-aligncenter\" style=\"max-width:600px;max-height:360px; width:100%\"><div class=\"video-shortcode\"><iframe loading=\"lazy\" title=\"YouTube video player\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/JRXDhO3i4r4?wmode=transparent&autoplay=0\" width=\"600\" height=\"360\" allowfullscreen allow=\"autoplay; fullscreen\"><\/iframe><\/div><\/div><div class=\"fusion-clearfix\"><\/div><\/div><\/div><\/div><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"","protected":false},"author":1,"featured_media":212,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[4],"tags":[],"class_list":["post-121","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/skintech.ind.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/121","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/skintech.ind.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/skintech.ind.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/skintech.ind.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/skintech.ind.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=121"}],"version-history":[{"count":4,"href":"https:\/\/skintech.ind.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/121\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":214,"href":"https:\/\/skintech.ind.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/121\/revisions\/214"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/skintech.ind.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/212"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/skintech.ind.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=121"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/skintech.ind.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=121"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/skintech.ind.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=121"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}